quarta-feira, 24 de maio de 2023

Resumo sobre Sistema Locomotor


O sistema locomotor é formado pela união de três sistemas: esquelético, muscular e articular. Ele é responsável pela realização dos diversos movimentos do corpo e pela locomoção.

O sistema locomotor é o responsável por diversos movimentos realizados pelo corpo

O sistema locomotor é formado pela união de três sistemas atuando em conjunto: esquelético, muscular e articular. Esse sistema permite que os indivíduos realizem diversos movimentos e possam locomover-se, seja em busca de alimentos, fuga de predadores, entre outros.

→ Sistema muscular: O sistema muscular atua nos movimentos por meio do processo de contração muscular, além de unir as peças ósseas, mantendo a postura do esqueleto. Os músculos são formados por feixes que se fixam, em suas extremidades, a um ponto fixo (origem) e a um ponto móvel (inserção), por meio de tendões e aponeuroses. 

Os músculos podem ser classificados de diversas maneiras, segundo a sua forma (trapézio, piramidal), ação (adutor, abdutor), função (agonista, antagonista, sinergista), entre outros.

→ Sistema esquelético: o sistema esquelético é constituído pelos ossos e estruturas relacionadas, como cartilagens e tendões, que, juntos, atuam nos movimentos do corpo. Além do movimento, o sistema esquelético também tem a função de sustentação, proteção, armazenamento de cálcio e fósforo e produção de células sanguíneas. 

O esqueleto pode ser dividido em axial, constituído pelos ossos que formam o eixo principal do corpo (ossos da cabeça, pescoço, tórax e abdome), e apendicular, constituído pelos ossos que formam os membros. Esses dois esqueletos são unidos pelas cinturas escapular (escápula e clavícula) e pélvica (ossos do quadril).

→ Sistema articular: o sistema articular é constituído pelas articulações ou junturas, estruturas formadas por tecido conjuntivo presentes nos locais onde os ossos se unem, permitindo essa união e auxiliando nos movimentos. As articulações são classificadas de diversas formas, conforme a sua constituição, movimentação, entre outras.

Resumo sobre sistema imunológico



O sistema imunológico ou sistema imune é o sistema relacionado com a defesa do nosso organismo.

É formado por moléculas, células, tecidos e órgãos, que atuam de modo a impedir que elementos estranhos prejudiquem o nosso organismo.

Imunidade inata é aquela que o indivíduo possui desde o seu nascimento.

A imunidade adquirida é aquela que o indivíduo adquire ao longo de seu desenvolvimento.

Leucócitos são componentes celulares do sistema imunológico.

Os linfócitos B, quando ativados, se diferenciam em plasmócitos, os quais são responsáveis por secretar anticorpos.

Medula óssea, timo e baço são exemplos de órgãos linfoides.

Sistema Imunológico



O sistema imunológico é denominado também de sistema imune e corresponde ao processo que tem o objetivo de proteger o corpo contra agentes infecciosos. Assim, o sistema defende o organismo contra ações de agentes patogênicos como os fungos, as bactérias e os vírus. 


A resposta imune 

O sistema imunológico corresponde a um complexo voltado para defender o corpo contra agentes infecciosos e, dessa maneira, torná-lo saudável. Essa ação é denominada de resposta imune, que está dividida em imunidade inata e imunidade adaptativa.


Imunidade inata

A imunidade inata conhecida também como imunidade natural diz respeito a um complexo de defesa que o indivíduo já possui desde o nascimento. Ele é considerado como a primeira linha de defesa do organismo e corresponde às barreiras químicas, físicas e biológicas. 

A imunidade inata refere-se às barreiras protetoras como as lágrimas, os tecidos do sistema respiratório, as plaquetas, o suor, as salivas, os cílios, o suco gástrico, o muco e as membranas. Elas também correspondem às células que desfazem micróbios, como por exemplo: os glóbulos brancos. 

A resposta imune natural, portanto, é capaz de evitar a ação de agentes patogênicos que podem produzir doenças infecciosas. Além disso, é um recurso que pode potencializar a resposta imune adaptativa. 


Imunidade adaptativa

A imunidade adaptativa conhecida também como imunidade adquirida corresponde a um sistema de defesa que o organismo recebe após ter adquirido contato com um agente infeccioso. 

Um indivíduo que foi infectado por um agente invasor, geralmente é vacinado. O conteúdo da vacina corresponde às substâncias do agente patogênico causador da doença, ou seja, antígenos. Caso o organismo seja atacado de novo pelo microrganismo, o corpo já estará imune. 


Existem dois tipos de imunidade adquirida. São elas: 


A imunidade humoral

Diz respeito a uma resposta de defesa em que dominam os anticorpos, que são constituídos pelos linfócitos B. Os anticorpos são responsáveis pelo reconhecimento dos antígenos e por eliminá-los. 


A imunidade celular 

A imunidade celular corresponde a um sistema defensivo que é mediado por células do linfócitos T. Quando um agente infeccioso sobrevive no organismo e se propaga e, os anticorpos não conseguem ter acesso, as células T entram em ação e os destroem.


Quais são os órgãos do sistema imunológico?

O sistema imunológico é composto por órgãos: timo, baço, linfonodos, medula óssea, vasos linfáticos, dentre outros. Os órgãos do sistema imunológico estão divididos em duas classificações: órgãos imunitários primários e órgãos imunitários secundários. No primeiro, ocorre a linfopoese que diz respeito a constituição de linfócitos. No segundo, por sua vez, é gerado a resposta imune.


Exemplos de órgãos imunitários primários 

• Timo: esse órgão é uma glândula que está localizada no tórax, entre os pulmões e a frente do coração. O timo é um órgão que está comprometido com o processo de maturação dos linfócitos T;

• Medula óssea: órgão chamado também de tutano. Diz respeito a um tecido gelatinoso que está localizado dentro dos ossos. Elas estão envolvidas com o processo de produção das células sanguíneas como hemácias, plaquetas e leucócitos;

• Células tronco: chamadas também de células fonte. As células tronco podem originar outras células e estão classificadas em dois grupos que são as células-tronco embrionárias (ou não embrionárias), adultas e induzidas.


Exemplos de órgãos imunitários secundários:

• Baço: diz respeito a um órgão do sistema linfático que fica na região superior esquerda do abdômen. Ele é caracterizado por funcionar como filtro que identifica e remove os glóbulos vermelhos danificados para que os novos possam atuar;

• Linfonodos: denominado ainda como gânglios linfáticos corresponde a pequenos órgãos formados por tecido linfoide. 


Quais são as células do sistema imunológico?

O sistema imunológico é formado por células que atuam na defesa do organismo, como: leucócitos, macrófagos e linfócitos. 


Leucócitos

Os leucócitos são denominados também de glóbulos brancos e são originadas da medula óssea. Essas células atuam na defesa do organismo e são encontradas, por exemplo: nos tecidos conjuntivos, órgãos linfoides e na linfa. Eles atuam ainda como agentes que eliminam células mortas do organismo. 


Macrófago

O macrófago corresponde a um tipo de célula que é originada dos monócitos. A função dela consiste em realizar a fagocitose, processo voltado para o englobamento de células envelhecidas e danificadas.


Linfócitos 

Os linfócitos diz respeito às células que fazem parte do sistema imunológico, denominadas também de glóbulos brancos. Eles são responsáveis pela defesa do organismo e atuam na destruição de agentes infecciosos. Existem dois principais tipos dessas células que são: linfócitos T e os linfócitos B.


As doenças autoimunes

A doença autoimune corresponde a uma reação imune do corpo de caráter anormal. Portanto é uma ação que se volta contra o próprio organismo. A medicina aponta várias doenças classificadas como autoimunes, por exemplo: doença celíaca, vitiligo, lúpus, doença de Chron, diabetes do tipo 1, esclerose múltipla, dentre outros.

A ciência ainda não explica quais são os fatores que levam o indivíduo a adquirir uma doença autoimune. Mas acredita-se que condições externas tenham influências.

terça-feira, 8 de junho de 2021

MAGNIFICAÇÃO TRÓFICA

 


A magnificação biológica, magnificação trófica, ou ainda bioacumulação é um evento negativo originário de uma quantidade significativa de resíduos ou substâncias tóxicas acumuladas em um nível trófico da cadeia alimentar, com capacidade de atingir outros níveis tróficos da cadeia, prejudicando o equilíbrio dos organismos envolvidos, pois eles irão absorver essas substâncias futuramente.

Exemplo de bioacumulação: água contém 0,10 ppt (partes por trilhão de mercurio). Esta concentração pode chegar a 4,8 milhões ppt em um ovo de uma ave que se alimenta de peixes.

O excesso dessas substâncias representa uma ameaça direta para os organismos vegetais e animais presentes no ambiente. A forma indireta ocorre por meio da ingestão de alimentos contaminados. Na segunda situação o homem também é prejudicado.

De forma resumida, a bioacumulação é o aumento de concentrações de substâncias químicas em organismos biológicos ao longo do tempo.

quarta-feira, 12 de maio de 2021

RESUMO DO SISTEMA ENDÓCRINO

 


O sistema endócrino é formado por várias glândulas endócrinas que secretam os hormônios. Essas substâncias secretadas funcionam como sinalizadores químicos.

O sistema endócrino é constituído pelas diversas glândulas endócrinas que estão presentes em nosso corpo. Essas glândulas secretam diferentes hormônios que atuam em várias partes do organismo, garantindo, assim, seu funcionamento adequado.


→ Hormônios

Os hormônios são moléculas químicas produzidas pelas glândulas endócrinas que atuam como sinalizadores químicos. Essas glândulas estão sempre próximas de vasos sanguíneos, os quais garantem que os hormônios sejam secretados e sejam levados diluídos no plasma para várias partes do corpo. Dessa forma, é possível que um hormônio atinja seu alvo mesmo que ele esteja distante de seu local de síntese.

Os hormônios atuam em órgãos e tecidos específicos. Isso se deve ao fato de que, nesses locais, existem células com receptores que reconhecem essas moléculas, gerando uma determinada resposta. Esse mecanismo é extremamente importante, uma vez que os hormônios circulam pela corrente sanguínea e, se não houvesse especificidade, poderiam influenciar a atividade de outras células.


→ Glândulas endócrinas

A seguir, descrevemos as principais glândulas endócrinas existentes e a ação dos hormônios por elas produzidas:

Glândula pineal: Essa glândula produz a melatonina, que participa da regulação dos ritmos biológicos.


Hipotálamo: Produz a ocitocina e o hormônio antidiurético, que são liberados pela hipófise. A ocitocina estimula a contração do útero e das glândulas mamárias, e o hormônio antidiurético garante a reabsorção de água pelos rins. O hipotálamo também produz hormônios de liberação e inibição, que atuam regulando a hipófise.


Hipófise: Responsável pela produção de vários hormônios, entre os quais, podemos citar: o hormônio folículo estimulante e o hormônio luteinizante, que atuam nos ovários e testículos; o hormônio tireoestimulante, que estimula a tireoide a secretar seus hormônios; o hormônio adrenocorticotrófico, que estimula o córtex da suprarrenal; a prolactina, que estimula a produção de leite na glândula mamária; e o hormônio do crescimento, que promove o desenvolvimento de ossos e cartilagem.


Tireoide: Garante a produção da tiroxina e da tri-iodotironina, que estão relacionadas com processos metabólitos, e da calcitonina, que garante uma diminuição dos níveis de cálcio no sangue.


Paratireoide: Produz o paratormônio, que garante o aumento dos níveis de cálcio no sangue.


Suprarrenal: No córtex, é produzida a aldosterona, que garante a reabsorção do sódio e do cortisol, o que provoca o aumento na concentração de glicose no sangue. Na medula, por sua vez, são produzidas a adrenalina, que promove estimulação cardíaca e aumenta os níveis de glicose no sangue, e a noradrenalina, que garante, principalmente, a constrição de certos vasos sanguíneos.


Pâncreas: Responsável pela produção de insulina, que diminui os níveis de glicose no sangue, e de glucagon, que atua aumentando os níveis de glicose.


Ovários: Produzem o estrogênio, que atua no desenvolvimento de caracteres sexuais secundários e promove o crescimento do endométrio, e a progesterona, que promove o crescimento do endométrio.


Testículos: Produzem testosterona, que atua na produção de espermatozoides e no desenvolvimento de características sexuais secundárias.

Camadas da Terra


A Terra é formada por três camadas, a crosta, o manto e o núcleo. Cada camada apresenta características e temperaturas diferentes, tornando-se mais quente conforme se aproxima do núcleo.

O homem nunca chegou ao núcleo da Terra, mas o estudo sobre a estrutura interna do planeta é possível graças aos estudos dos geofísicos, os quais se dedicam ao estudo da sismologia. Eles observam os fenômenos das ondas sísmicas e contam com a ajuda de aparelhos para definir as características de cada camada.


Quais as camadas da Terra?

A Terra é formada por três camadas:

Crosta terrestre: camada mais superficial, de estrutura relativamente fina e bastante rochosa.

Manto: localizada abaixo da crosta, apresenta propriedades sólidas.

Núcleo: camada mais interna e quente da Terra. 

Apresenta duas porções:

Núcleo externo: formado por níquel e ferro líquido.

Núcleo interno: também formado de níquel, mas com ferro sólido.


Camadas da Terra


Crosta terrestre

A crosta terrestre é a parte mais externa da Terra, que envolve todo o planeta e onde vivemos. Essa camada é formada por rochas ricas em silício, magnésio e alumínio.

Essa camada apresenta de 0 a 40 km de espessura, variando entre os continentes e os oceanos.

A crosta é formada por grandes porções sólidas denominadas de placas tectônicas, que se movem lentamente sobre o manto terrestre.

A região denominada de Descontinuidade de Mohorovicic, divide a crosta do manto terrestre.


Manto

O manto é a camada mais extensa, localizada abaixo da crosta da Terra. Ela é formada por diferentes tipos de rochas, como silício e magnésio, que permanecem em estado líquido como consequência do calor emanado pelo núcleo.

O manto é dividido em duas camadas: manto superior e manto inferior. O manto inferior permanece em elevadas temperaturas, atingindo até 2.000 º C. Ele pode chegar até 3 mil quilômetros de profundidade a partir da litosfera.

A litosfera, formada pela crosta terrestre e manto superior, tem pelo menos 70 quilômetros de espessura logo abaixo os continentes e quase 10 quilômetros na parte abaixo dos oceânicos.

Ela é dividida em grandes porções denominadas placas tectônicas que se movem lentamente sobre o manto terrestre.

As rochas da litosfera são divididas em rochas magmáticas ou ígneas, formadas pelo magma que se solidifica; rochas sedimentares, formadas pelas erosões e rochas metamórficas, que são formadas por rochas magmáticas e sedimentares.

A Descontinuidade de Gutenberg divide a região do manto e do núcleo.


Núcleo

O núcleo corresponde a quase um terço de toda a massa terrestre. É composto, principalmente, pelos metais ferro e níquel. Por isso, o núcleo também pode ser chamado de nife, devido a presença destes dois elementos químicos.

Essa camada é dividida em núcleo interno e externo. A temperatura do núcleo externo apresenta entre 2.900 a 5.100 km, é mais fluido e suas temperaturas variam entre 3.000º C e 3.800º C. O núcleo interno possui 5.100 a 6.370 km, sendo sólido.

Somente em 2013, os cientistas conseguiram precisar a temperatura no núcleo da Terra, que pode chegar a 6.000 ºC, a mesma que o Sol.

Segundo os cientistas, a temperatura do núcleo terrestre é tão alta que o ferro pode ser levado ao estado líquido. O material, contudo, volta para o estado sólido em decorrência da pressão, que o faz se agrupar novamente.


fonte: https://www.todamateria.com.br/camadas-da-terra/

quinta-feira, 6 de maio de 2021

QUAL A DIFERENÇA ENTRE IBAMA, ICMBIO E INEA?


O Ibama, o ICMBio e o Inea integram o Sistema Nacional de Meio Ambiente - Sisnama, que une outros órgãos e entidades da União, dos estados da federação, do Distrito Federal e fundações instituídas pelo Poder Público responsáveis pela proteção e melhoria da qualidade ambiental, desenvolvendo ações conjuntas ou supletivas, conforme a legislação específica.

Quando criado em 1989, o Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis era o único órgão federal responsável pela execução da política ambiental, concentrando ações de fiscalização, controle, licenciamento, monitoramento, educação ambiental, emissão de autorizações para diversos fins, gestão de unidades de conservação e dos centros especializados.

Com a criação do ICMBio - Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade em 28 de agosto de 2007, o Ibama transferiu para este novo órgão as atribuições ligadas à gestão das unidades, educação ambiental e a maioria dos centros especializados. Tanto o Ibama, quanto o ICMBio são autarquias federais ligadas ao Ministério do Meio Ambiente (MMA).

O Inea - Instituto Estadual do Ambiente é o órgão ambiental executivo no âmbito do estado do Rio de Janeiro. O Inea realiza ações de fiscalização, controle, licenciamento, monitoramento, educação ambiental, emissão de autorizações para diversos fins, gestão de unidades de conservação estaduais e gestão de recursos hídricos em escala regional.

Mapas Mentais para Vestibular e ENEM 2